fernanda harumi...'s profileEspaço de fernanda harum...PhotosBlogLists Tools Help
Photo 1 of 20

Windows Media Player

Algumas músicas japonesas que eu gosto!!
by 
by 
by 
September 09

Paródia da música Beedi (Omkara)

Quê que esse hindu

Tá cantando ai?

Sei lá eu também

não entendi


Quê que esse hindu 

tá cantando aí?

Já disse que não entendi!


No fim da novela eu saquei!!

Quê que esse hindu

cantou tanto aqui


Só agora

é que eu entendi

O tal hindu

tava com piriri

E não tinha banheiro ali!!


September 07

Quem é vivo,sempre aparece!!Eu estou viva!!

Quem é vivo,sempre aparece!!

Eu estou viva!!

Demorei porque estava com prigiça (rsss)....Quando não tiver mais pregiça via ser um milagre dos grande!!Na verdade eu tinha me esquecido que tinha um My Space...Olha tenho 5 blogs,2 fllogs,2 orkuts,2 msn,1 twitter,2 youtube.Que mais ou está bom??(Na verdade sou louca...Mas eu odeio quando me chamam de louca!!)Estava muito ocupada demais com os meus vídeos ( http://www.youtube.com/user/euamodesenhosjapones )
 
Beijos
...
Até Mais!!
Xau
...
Boa Noite!!
@mo vocês!

Arashi-Happiness (Tradução)

Arashi - Felicidade

Yeah! Yeah! Yeah!

Yeah! Yeah! Yeah!

Yeah! Yeah! Yeah! Yeah! Yeah!


Mais do que ficar

Se lamentando para o vento

Se você imaginar que as coisas irão bem

Então um dia uma mudança pode acontecer


Se você viver na ilusão

Até as pequenas coisas podem te atingir

E machucar o seu amor

Mesmo hesitando, continue de pé


Ficar pensando nas consequências das lembranças que ainda virão

Existe coisa mais triste que isso?

Tenho certeza que um futuro animado e agitado estará te esperando


Corra, Corra


Nós mesmos vamos buscar o amanhã!

Deixe-me escutar aquele som que só você possui

Eu o sentirei totalmente


Não pare, Não pare


Os sentimentos que movem o "agora"

Não importa o quão pequeno seja o botão de nossa flor

É a nossa maior e única felicidade


Mesmo quando as lágrimas não puderem

Ser transformadas em palavras

Você não tem que se importar com qual tipo de cor


Será o arco-irís da felicidade

Você está procurando a felicidade

E se apega as suas memórias novamente


Daqui para

Um novo lugar

Vá e não tema nada


Vá para longe, vá para longe!


Para onde o caminho te levar

Deixe me ouvir a sua voz única

Eu sempre estarei do seu lado


Não pare, não pare


Os sentimentos em que você sempre acreditou

Apesar desse botões de flor não terem nome ainda

É a nossa maior e única felicidade


Corra, corra


Nós mesmos vamos buscar o amanhã!

Deixe-me escutar aquele som que só você possui

Eu o sentirei totalmente


Não pare, Não pare


Os sentimentos que movem o "agora"

Não importa o quão pequeno seja o botão de nossa flor

É a nossa maior e única felicidade


Yeah! Yeah! Yeah!

Yeah! Yeah! Yeah!

Yeah! Yeah! Yeah! Yeah! Yeah! 

May 07

Poemas &Poetas

(Os Versos que te dou)

                                     (J. G. de Araújo Jorge)

Ouve estes versos que te dou, eu os fiz
hoje que sinto o coração contente
- enquanto o teu amor for meu somente,
eu farei versos ... e serei feliz ...

E hei de fazê-los pela vida afora
versos de sonho e amor, e hei depois
relembrar o passado de nós dois...
- ...esse passado que começa agora...

Estes versos repletos de ternura
são versos meus, mas que são teus também ...
Sozinha , hás de escutá-los sem ninguém
que possa perturbar nossa ventura...

Quando o tempo branquear os teus cabelos
hás de um dia , mais tarde, revivê-los,
nas lembranças que a vida não desfez...
E ao lê-los ... com saudade em tua dor...
hás de rever, chorando, o nosso amor,
hás de lembrar, também , de quem os fez...

Se nesse tempo eu já tiver partido
e outros versos quiseres, teu pedido
deixa ao lado da cruz para onde eu vou...

Quando lá, novamente, então tu fores,
podes colher do chão todas as flores
pois são versos de amor que ainda te dou!

 

O HAVER

                                     (Vinícius de Moraes)

Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura
essa intimidade perfeita com o silêncio.
Resta essa voz íntima pedindo perdão por tudo.
Perdoai: eles não têm culpa de ter nascido.

Resta esse antigo respeito pela noite
esse falar baixo
essa mão que tateia antes de ter
esse medo de ferir tocando
essa forte mão de homem
cheia de mansidão para com tudo que existe.

Resta essa imobilidade
essa economia de gestos
essa inércia cada vez maior ante diante do infinito
essa gagueira infantil de quem quer balbuciar o inexprimível
essa irredutível recusa à poesia não vivida.

Resta essa comunhão com os sons
esse sentimento da matéria em repouso
essa angústia da simultaneidade do tempo
essa lenta decomposição poética
em busca de uma só vida
de uma só morte
um só Vinícius.

Resta esse coração queimando
como um círio numa catedral em ruínas
essa tristeza diante do cotidiano
ou essa súbita alegria ao ouvir na madrugada
passos que se perdem sem memória.

Resta essa vontade de chorar diante da beleza
essa cólera cega em face da injustiça e do mal-entendido
essa imensa piedade de si mesmo
essa imensa piedade de sua inútil poesia
de sua força inútil.

Resta esse sentimento da infância subitamente desentranhado
de pequenos absurdos
essa tola capacidade de rir à toa
esse ridículo desejo de ser útil
e essa coragem de comprometer-se sem necessidade.

Resta essa distração, essa disponibilidade,
essa vagueza de quem sabe que tudo já foi,
como será e virá a ser.
E ao mesmo tempo esse desejo de servir
essa contemporaneidade com o amanhã
dos que não têm ontem nem hoje.

Resta essa faculdade incoercível de sonhar,
de transfigurar a realidade,
dentro dessa incapacidade de aceitá-la tal como é
e essa visão ampla dos acontecimentos
e essa impressionando e desnecessária presciência
e essa memória anterior de mundos inexistentes
e esse heroísmo estático
e essa pequenina luz indecifrável
a que as vezes os poetas tomam por esperança.

Resta essa obstinação em não fugir do labirinto
na busca desesperada de alguma porta
quem sabe inexistente
e essa coragem indizível diante do grande medo
e ao mesmo tempo esse terrível medo de renascer
dentro da treva.

Resta esse desejo de sentir-se igual a todos
de refletir-se em olhares sem curiosidade, sem história.
Resta essa pobreza intrínseca, esse orgulho,
essa vaidade de não querer ser príncipe senão de seu reino.

Resta essa fidelidade à mulher e ao seu tormento
esse abandono sem remissão à sua voragem insaciável.
Resta esse eterno morrer na cruz de seus braços
e esse eterno ressuscitar para ser recrucificado.

Resta esse diálogo cotidiano com a morte
esse fascínio pelo momento a vir, quando, emocionada
ela virá me abrir a porta como uma velha amante
sem saber que é a minha mais nova namorada.

 

                            A Flor e a Náusea              

                                                                 (Carlos Drummond de Andrade)

Lembra daquela flor?
Aquela, que nos causou
ESPANTO
ao vermos que ela cresceu tanto?
Não está mais naquele velho jardim
foi despejada.
Mudou de lugar
Está em um museu
No museu das memórias...

Não conhecia esse lugar
e sem que eu percebesse
ou notasse
chegou até mim
um ticket de entrada nominal:
à Srta. Fernanda
Tonteei
Vertiginosamente
e...
Não entendi
Não queria ir ao lugar
Estava com medo!
Não queria ir sozinha
Estava com medo!
Não queria saber o que era
Estava com medo!

Quando cheguei...
Vi uma placa com o meu nome
Quando entrei, estava sozinha
Vi vitrines vazias
E então encontrei
Dentro de uma redoma
A FLOR
Aquela...
Aaaaaaaah! Que grito contido na garganta!
O eco era assustador.
Eu estava sozinha...
Não sabia para onde ir
e ainda não sei direito para onde ir...

Só sei que ela está lá
Como um troféu,
ou relíquia
Ainda não murchou
Nem cresceu
Ficou estagnada
Parada no tempo
Diariamente volto à esse lugar
Onde descobri um anfiteatro
Onde eu me sento...
E assisto... O passado
Ainda estou presa nele
E revejo, repasso, reconheço,
o crescimento dessa flor
Capítulo por capítulo
Minuto por minuto
Refaço na minha cabeça,
Tudo o que aconteceu...
Levanto
Olho a flor,
Que não vai mais crescer,
Vai ficar parada no tempo
E... não vai mais inundar mais cada espaço vazio,
Como um dia você disse que ela iria...

                                                                

 

May 05

Ser poeta

Ser poeta

Florbela Espanca


Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!

Florbela d'Alma da Conceição Espanca tem hoje seus versos admirados em todos os cantos do mundo, diferentemente do que aconteceu quando ainda viva, época em que foi praticamente ignorada pelos apreciadores da poesia e pelos críticos de então. Os dois livros que publicou, por sua conta, em vida, foram "O Livro das Mágoas" (1919) e "Livro de "Sóror Saudade" (1923). Às vésperas da publicação de seu livro "Charneca em Flor", em dezembro de 1930, Florbela pôs fim à sua vida. Tal ato de desespero fez com que o público se interessasse pelo livro e passasse a conhecer melhor a sua obra. Dizem os críticos que a polêmica e o encantamento de seus versos é devida à carga romântica e juvenil de seus poemas, que têm como interlocutor principal o universo masculino.


Texto extraído do livro "Sonetos", Bertrand Brasil - Rio de Janeiro, 2002, pág. 118

sejam bem-vindos ao meu flog

 

  Amigo,um elemento vital para nossa felicidade.

  Vital para    no humor  alma e viver.

  E algo importante  amigos não tem calorias(rs)responsável por muito de nosso alimento.

 E,alimento de amigo é adocicado forte com pimenta deixando nosso cotidiano sempre com uma pitada extra de amizade.

                                                           Bjs